Dentre os principais xilógrafos da cidade, o destaque é J. Borges, José Francisco Borges, 74 anos, cordelista que, como autodidata, começou a fazer suas próprias xilogravuras, tornando-se mestre no ofício.
Recentemente, por conta de sua relevância cultural, o xilógrafo ganhou o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco”, concedido pelo governo do estado.
Por meio de seu trabalho, a xilogravura de Bezerros conquistou, a partir de década de 1970, amplo reconhecimento sociocultural, atraindo a atenção de intelectuais como Ariano Suassuna e o folclorista Bráulio Nascimento, responsáveis, entre outros, pela projeção nacional de seu nome e de sua arte.
Imaginações, observações cotidianas e experiências de vida inspiram os riscos feitos pelos artistas. Além do papel, vários tipos de produtos recebem as xilogravuras: caixinhas de madeira, camisas, bolsas, bonés, imãs de geladeiras, calendários, azulejos, etc. No fazer dos mais novos, pode-se observar o respeito pelo legado familiar.
Período
de 05 de novembro a 06 de dezembro de 2009
Na Sala do Artista Popular.
Apoio
Centro de Artesanato de Pernambuco
Parceria institucional e apoio financeiro
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
Realização
Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro,
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular,
Departamento de Patrimônio Imaterial/Iphan
Promoart +Cultura
Ministério da Cultura
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